Presidente do PT diz que partido busca nome para substituir Pacheco como candidato ao governo de Minas Gerais
20/05/2026
(Foto: Reprodução) O presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou nesta quarta-feira (20) que o partido está atrás de um novo nome para ser o candidato apoiado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao governo de Minas Gerais.
O PT trabalhava com a candidatura do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG), mas o partido não conseguiu concretizar a aliança para ter o parlamentar como candidato do presidente da República.
Na terça-feira (19), Edinho Silva disse que Pacheco optou por não ser candidato. Nesta quarta (20), ao ser questionado por jornalistas se o partido já tinha decidido quem ficaria no lugar de Pacheco, o presidente da legenda afirmou: "Estamos atrás".
Edinho Silva deu a declaração ao chegar na posse do ex-deputado federal Odair Cunha posse como ministro do Tribunal de Contas da União (TCU).
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Uma das lideranças petistas em Minas, o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) afirmou que o partido deve escolher um candidato, de dentro da sigla, ao governo estadual.
Minas Gerais tem o segundo maior colégio eleitoral do país e é visto como estratégico nas eleições presidenciais.
Outros planos
Segundo apurou o blog do Valdo Cruz no g1, em reunião com Edinho Silva, Pacheco indicou que tem outros planos no horizonte – uma eventual indicação do parlamentar a uma vaga no Tribunal de Contas da União (TCU) começou a ganhar força.
Até o momento, o favorito nas pesquisas de intenção de voto para o governo mineiro é o ex-prefeito da capital Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT).
Também de acordo com o blog do Valdo Cruz, outro nome avaliado pelo PT é o do empresário Josué Alencar.
Filho do vice-presidente de Lula nos dois primeiros mandatos, José Alencar, o empresário se filiou ao PSB de Minas, assim como Rodrigo Pacheco. A cúpula do partido já fala no nome dele e já conversou com Lula sobre essa possibilidade.
Rodrigo Pacheco ainda não se pronunciou publicamente sobre a desistência de concorrer ao governo de Minas.
Edinho Silva, presidente do PT, em imagem de arquivo
Anderson Barbosa/PT