Família mobiliza campanha para custear cirurgia de R$ 220 mil para criança com paralisia cerebral em Pouso Alegre, MG
13/01/2026
(Foto: Reprodução) Família de Pouso Alegre faz campanha para cirurgia de criança com paralisia cerebral
Uma família de Pouso Alegre (MG) tem intensificado mobilizações para arrecadar recursos e viabilizar uma cirurgia para o pequeno Miguel, de 7 anos, que tem paralisia cerebral. O procedimento, que não é oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), está marcado para este mês e tem custo total de R$ 220 mil.
📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram
A cirurgia será realizada em São Paulo e envolve intervenções no quadril, nos joelhos e nos pés da criança, com o objetivo de melhorar a mobilidade e a qualidade de vida. Além do valor do procedimento, a família também precisa arcar com despesas de hospedagem e permanência na capital paulista durante o período de cirurgia e reabilitação.
Segundo a mãe, Janaína Ribeiro de Amorim, a decisão de antecipar a cirurgia foi tomada junto à equipe médica e de reabilitação que acompanha Miguel em Pouso Alegre, devido às dores que o menino vem sentindo durante as sessões de fisioterapia. Ainda de acordo com ela, faltam R$ 104 mil para completar o valor necessário, e a família tem apenas 11 dias para arrecadar o montante.
Família mobiliza campanha para custear cirurgia de R$ 220 mil para criança com paralisia cerebral em Pouso Alegre
Reprodução EPTV
“Ele precisa fazer essa cirurgia de reconstrução do quadril, joelhos e pés. É uma corrida contra o tempo. O Miguel está sentindo dor, principalmente nos movimentos de reabilitação. A gente segue na luta, com fé em Deus em primeiro lugar”, disse.
Desde o ano passado, a família tem promovido diversas ações para levantar recursos, como blitz solidárias em semáforos, campanhas de doação de R$ 1, vaquinhas on-line, rifas e pedidos de ajuda durante eventos. Em um show, o cantor Benuto, da dupla com Guilherme, chegou a ler no palco um pedido de apoio à campanha.
Miguel já passou por outro procedimento cirúrgico anteriormente, considerado fundamental para a realização da cirurgia atual. “Se o Miguel não tivesse feito a risotomia, agora ele estaria muito pior e seriam necessárias muito mais cirurgias ósseas neste momento”, explicou a mãe.
Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas